Por Carlos Alberto Di Franco
Estadão, 25/01
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou em dezembro, às vésperas do Natal e aproveitando o recesso das festas, um ambicioso plano para a implantação de um regime autoritário no Brasil. Dias depois, por causa da reação dos comandantes militares à redação inicial do decreto, ensaiou um aparente recuo. Seguindo estratégia bem conhecida, tirou o bode da sala, mas manteve cobras venenosas debaixo da cama dos brasileiros. Estilhaçou-se, aqui e no exterior, a imagem do presidente da República. O líder equilibrado e respeitado vai, aos poucos, sucumbindo aos apelos do radicalismo ideológico.O projeto do presidente da República e de sua candidata à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduz o papel do Congresso Nacional, desqualifica o Poder Judiciário, agride gravemente o direito de propriedade, sugere o controle governamental dos meios de comunicação e sujeita a pesquisa científica e tecnológica a critérios estritamente ideológicos.
A bobagem continua e é longa...mas se quiser ler tudo, veja no Estadão mesmo.
Comentário do Seu Izidro: "Cada um escreve o quer, ainda mais quando sabe que vai agradar ao dono do jornal que o publica...ah, o 'articulista' esqueceu de dizer que o decreto também vai proibir a coca-cola zero, a calça Levi´s e os CDs da Lady Gaga...e o que dizer então do estilhaço da imagem de Lula depois do prêmio de estadista mundial, em Davos? Ah (dois)..sim, parece que o bacana é da Opus Dei, e deu aula de religião ao Alckmin, o que explica muita coisa".

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