
Seu Izidro acompanha a "revolta" das fontes. Os personagens agora se rebelam e enfrentam. Assim é com o técnico Dunga e o "exclusivicionismo" da TV Globo, com a torcida já tomando um
lado na contenda e dando razão ao treinador. Depois é Cacá que resolve desabafar sobre as
críticas de Juca Kfouri, sobre suas manifestações religiosas, mais especificamente, as cristãs. Seu Izidro, que professa a crença no anarquismo, no fundo, não vê maiores problemas em os jogadores dedicarem seus gols, vitórias e etcs à Jesus. E lamenta que nunca houve manifestações críticas quando o goleiro apela ao seu terço na hora de defender o pênalti, ou o centroavante beija a cordãozinho do seu padroeiro na comemoração do gol. Daí é demonstração da fé do povo brasileiro. Na real, na real, tanto o grito do crente quanto o beijo do católico fazem parte da cenografia do espetáculo, mas não mudam a trama da partida. É isso aí...e que os incomodados com o "olimpianismo" da mídia demonstrem suas posições com coragem, como estão fazendo
agora.

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